Atendimento individual

Aconselhamento Biográfico

Uma escuta cuidadosa para olhar a própria trajetória com mais clareza: reconhecer ciclos, nomear passagens e encontrar gestos possíveis para o presente.

Pessoa sentada escrevendo à mão em um caderno, registrando a própria biografia

O que é o Aconselhamento Biográfico

O Aconselhamento Biográfico é um acompanhamento individual que parte da compreensão antroposófica da biografia humana. Ele propõe ler a própria vida como um texto em movimento: observando ciclos, passagens, repetições e interrupções que dão forma ao que vivemos hoje.

A base desse olhar está nos setênios, os ciclos de sete anos que estruturam a trajetória humana. A vida se desenvolve em ciclos, e cada um deles traz uma tônica, um tema de desenvolvimento, oportunidades e desafios específicos. Ao mergulhar no trabalho biográfico, a pessoa tem a oportunidade de ver a vida como um todo, entendendo esses ciclos e trabalhando passado, presente e futuro de forma integrada.

Não se trata de uma terapia clássica, nem de um coaching orientado a resultados. É um espaço de escuta qualificada, no qual o aconselhador biográfico ajuda a pessoa a nomear o momento vivido, reconhecer padrões e descobrir gestos possíveis — concretos, proporcionais e alinhados ao que a vida pede agora.

Esse olhar é especialmente útil em momentos de transição: mudanças de carreira, finalizações, crises de sentido, doenças, perdas, menopausa, aposentadoria ou qualquer outra passagem que exija parar, respirar e pensar. A partir daí, é possível tomar decisões mais conscientes e reconectar-se com o próprio caminho.

Os atendimentos são conduzidos por Carla Latini e Debora Garcia, online ou presenciais, e podem ser feitos de forma pontual ou em processos de acompanhamento.

Como se lê uma biografia

A vida em ciclos de sete anos

Cada setênio traz uma tônica própria. Olhar para eles ajuda a entender por que certos temas voltam, o que se encerrou e o que ainda pede um gesto.

0 — 21 anos

Aprender

Corpo, herança e formação. Recebemos o mundo: família, escola, os primeiros modelos e a construção do próprio jeito de estar aqui.

21 — 42 anos

Experimentar

Alma, escolhas e mundo. Trabalho, relações, filhos, projetos: a fase de provar caminhos e descobrir o que é realmente seu.

42 anos em diante

Transformar

Espírito, sentido e entrega. O que se aprendeu vira substância: revisões, finalizações e uma nova relação com o tempo.

  1. 0—7

    Corpo e confiança

  2. 7—14

    Imaginação e ritmo

  3. 14—21

    Ideais e identidade

  4. 21—28

    Experimentar o mundo

  5. 28—35

    Organizar e realizar

  6. 35—42

    Verdade e crise de sentido

  7. 42—49

    Escolher com liberdade

  8. 49—56

    Colher e transmitir

  9. 56—63

    Sabedoria e entrega

  10. 63+

    Legado e liberdade

No atendimento, essa leitura não é aplicada como fórmula: ela serve de mapa para reconhecer o momento em que você está e o que ele pede.

Quem atende

Duas escutas, o mesmo cuidado

Retrato de Carla Latini de casaco roxo e macacão branco, sentada em poltrona

Carla Latini

Carla Latini é psicóloga e aconselhadora biográfica. O que a move é uma pergunta simples: o que está por trás da história que cada pessoa carrega?

Depois de anos em cargos executivos em multinacionais, foi a maternidade que a fez parar e perguntar o que era seu, de fato — e foi aí que encontrou a Antroposofia, e com ela o Aconselhamento Biográfico: um método concreto para olhar para a própria trajetória, entender seus ciclos e tomar decisões mais alinhadas com quem se é. Hoje oferece esse mesmo olhar para outras pessoas.

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Retrato de Debora Garcia de camisa jeans e calça laranja, sentada em poltrona

Debora Garcia

Debora Garcia é Aconselhadora Biográfica e Terapeuta Ayurveda. Seu trabalho é oferecer um espaço de escuta e reflexão para que a pessoa compreenda sua própria história, reconheça os ciclos que está vivendo e organize sua biografia com mais consciência, encontrando caminhos possíveis para seguir adiante com clareza, responsabilidade e autonomia.

Ela acredita que cada pessoa pode se tornar a roteirista da própria história — não no sentido de controlar a vida, mas de se apropriar dela, entendendo o que foi vivido, o que pede transformação e quais escolhas precisam ser feitas no presente.

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